Não há vida sem respiração; O homem dá 16 respirações por minuto; O macaco dá 32 respirações por minuto; a tartaruga...; o Beija flor....Animais superiores, inferiores e as plantas devem ao ar sua existência.
O recém – nascido faz uma longa e profunda inspiração, retém-na por um momento para extrair dela as propriedades vitais e a exala lentamente e, sua vida começa na Terra.
O ser humano no leito da morte, solta um débil suspiro, cessa de respirar e a via chegou ao fim.
Para muitos a respiração é considerada a mais importante função do corpo, porque dela dependem as demais.
O ser humano pode ficar um tempo sem comer ou mesmo sem beber, mas sem respirar ele morre em minutos.
A respiração é que dá vitalidade e imunidade contra as enfermidades.
Uma respiração correta (pelas narinas) prolonga a vida, uma respiração descuidada diminui a vida humana (vêm as enfermidades).
De acordo com os estudiosos, tanto do oriente como do ocidente observam que, há uma relação existente entre a respiração natural e saúde.Quanto mais respiramos mais vivemos.
A prática da Yoga, através dos ásanas, pranayamas, meditação, relaxamento, educa o corpo, aumenta a capacidade mental e desenvolve sua parte espiritual através da ciência da respiração, aumentando a energia vital – PRANA.
Em média o corpo humano possui a seguinte composição: Oxigênio – 65 %; Carbono – 18,5 %; Hidrogênio 9,5% e Nitrogênio 3,2 %. No ar vamos encontrar o oxigênio, o hidrogênio e o nitrogênio – a simples oxigenação do sangue não é o único fenômeno que se produz com o respirar.
No mundo moderno, surge uma visão holística do corpo humano. A ciência está começando a entender, por exemplo, que a célula, que representa o todo na biofísica, é muito mais que uma simples soma desordenada de átomos. Numa visão atual e holística, o corpo humano não é uma escultura imutável no espaço e no tempo, como se acreditava. “Recentemente, o médico Dr. Deepak Chopra apresentou uma palestra, na qual ele afirma;” o corpo humano é um aglomerado dinâmico de energia, de informações e de inteligência que nós, atualmente, denominamos universo. Nos processos de comer e respirar, o nosso corpo físico que estamos usando agora , afirma o Dr. Chopra, não é o mesmo que utilizamos para andar pouco tempo atrás. Cada vez que inspiramos, recebemos do meio, 10a. elevada a 22ª potência de átomos e uma parte significativa dessa quantidade astronômica de material entra no nosso corpo e vai formar as células do coração, do cérebro, dos rins , os nossos neurônios e o nosso DNA . Cada vez que expiramos, retiramos de nosso corpo a mesma quantidade de átomos. Essa quantidade astronômica de material é retirada de todas as partes de nosso corpo. Nós literalmente, expiramos pequenas partes do nosso cérebro, do nosso coração e de nossos rins. Tecnicamente falando, nós estamos compartilhando intimamente o nosso corpo com os corpos dos outros, a todo instante. Os estudos com isótopos radioativos têm mostrado que , neste instante de nossa existência, possuímos um milhão de átomos que pertenceram um dia ao corpo de Cristo, ao corpo de Buddha , de Leonardo da Vinci, de Michelangelo e de Saddam Hussein.
Nós não podemos nos separar fisicamente de nada e de ninguém que já tenha existido. Segundo dados obtidos pelo Dr. Chopra em estudos com isótopos radioativos, em apenas três semanas, 10 elevada a décima quinta potência átomos,fluem através do nosso corpo para ir para corpos de outras espécies do planeta. Nós trocamos 98 % dos átomos do corpo em menos de um ano e todos os átomos em dois anos e meio. Fundamentado nestes dados, o Dr. Chopra afirma que nós criamos um novo fígado a cada seis semanas , uma nova pele uma vez por mês , um novo revestimento do estômago a cada cinco dias , e um novo esqueleto a cada três meses. Esses mesmos dados mostram que as células do cérebro, com os quais pensamos constituídas de carbono, hidrogênio, nitrogênio e oxigênio, não são as mesmas do ano passado.
E,surpreendentemente,em nosso DNA,que guarda memórias de centenas de milhões de anos do processo evolucionário, os seus constituintes são trocados a cada seis semanas.Os átomos, portanto, entram no nosso corpo e saem dele como aves migratórias, assim, nosso corpo muda anualmente. E os sentimentos? Eles também mudam, mas não com a rapidez do nosso corpo físico. Se as informações dos nossos sentimentos estiverem gravadas no corpo físico, não poderão estar nos átomos, pois estes não são os mesmos. Talvez elas estejam relacionadas com uma energia psíquica ainda não reconhecida plenamente pela ciência ou mesmo com os arquétipos de Jung. Talvez o corpo físico seja, afirma o Dr. Chopra, o que os ensinamentos védicos chamavam de maya, ilusão, que nos dá aparência de alguma coisa, mas que, na realidade, algo mais do que a nossa percepção pode notar. Talvez o nosso corpo seja, literalmente, uma música, parte de uma sinfonia que sempre esteve aqui.
O filosofo grego Heráclito (544 a 484 a.C) comparou o corpo humano a um rio. Ele afirmou que o rio é algo extremamente misterioso.Quando nós olhamos, ele parece sempre o mesmo em qualquer momento de sua existência, mas nunca é o mesmo, pois ele flui constantemente (do Livro; Quem se Atreve a Ter Certeza – A Realidade Quântica e a Filosofia, autor: Prof. Dr. José Pedro Andréia e Maria de Lourdes Andréia, Editora Mercuryo).
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