Psicóloga, psicoterapeuta transpessoal e graduada pela Barbara Brenan School of Healing e Pathwork Foundation, ambas Instituições nos Estados Unidos, Aidda Pustilnik é uma das fundadoras de uma metodologia de autoconhecimento inovadora, a Dinâmica Energética do Psiquismo – DEP. Ao lado da terapeuta Argentina Tedda Basso fundou a Escola DEP, que propõe um processo de educação continuada para pessoas das mais diferentes formações que estejam dispostas a se autodesenvolverem para atuar em suas áreas profissionais com uma consciência ampliada. Membro de Instituições de referência, como a Association for Transpessoal Psicology e o Colégio Internacional dos Terapeutas, Aidda reúne seus conhecimentos acadêmicos com as vivências de uma trilha pessoal pontuada por inúmeras experiências no campo do autoconhecimento sendo desenvolvido na Escola DEP, tema que está no foco desta entrevista.
REPÓRTER – O que é Dinâmica Energética do Psiquismo?
Aidda Pustilnik – É uma escola de autoconhecimento. Não é uma escola de formação profissional, mas uma escola de desenvolvimento pessoal, na qual trabalhamos com as pessoas para que elas se autoconheçam ampliem sua consciência e se desenvolvam no sentido de encontrar sua própria essência. Este é o objetivo da DEP.
REPÓRTER – Que técnicas são utilizadas nesta metodologia criada por vocês?
A. P. – Como nós viemos de formações nas quais o trabalho no corpo era fundamental para nós, a DEP tem muito a ver com as crenças, as imagens e as impregnações culturais e morfogenéticas que recebemos através do processo de desenvolvimento da personalidade e que estão impregnadas no corpo. Então, é um método que trabalha retirando a impregnação através da respiração, do foco e da intenção; da impregnação que está no corpo, através da liberação disso nas células corporais.
REPÓRTER – De que impregnação você fala?
A. P. – Toda a vida que levamos nos põe em contato com crenças culturais e que organizam nossa personalidade, impregna energeticamente nosso corpo, forma a nossa maneira de ver a vida. As crenças que dirigem a nossa maneira de ver a vida. As crenças que dirigem a nossa vida e que geralmente causam as nossas limitações, os nossos bloqueios. Então, o trabalho é muito nesse sentido de desbloquear e é um trabalho muito dentro da sensação corporal, naquilo que Gendlin chama de “sensação sentida”. Nosso trabalho busca que nos tornemos conscientes de como estas crenças limitadoras estão impregnadas nas células corporais e nos tornemos responsáveis para transformá-las e incorporar este fluxo energético de uma forma mais fluida e leve em nossas vidas.
REPÓRTER – Que profissionais podem fazer a DEP?
A. P. – Nós trabalhamos com todos os profissionais que querem fazer um trabalho de autoconhecimento, e não somente com profissionais da área de saúde. Pois a escola se diz uma escola iniciática, ou seja, aquela que nos inicia num caminho.
REPÓRTER – De que maneira a DEP vem contribuindo com estas pessoas em suas diferentes áreas de atuação?
A. P. – Essa é a nossa meta: de tudo o que você desenvolve para você, quanto mais você encontra o seu próprio eixo, quanto mais você se encontra, mais você vai estar mais presente, mais inteiro e podendo fazer um trabalho de maior alcance naquela que é a sua área de atuação. Então, nós temos observado que muitas pessoas que passaram pela DEP, estão trabalhando dentro deste modelo. Não com a técnica, mas com a metodologia e com a visão de mundo que nos temos.
REPÓRTER – Quantos já foram formados?
A. P. – Cerca de 1500 pessoas, em Salvador, São Paulo, Fortaleza e Brasília.
REPÓRTER – Com esta formação eles vão poder dar sua contribuição para o desequilíbrio em que vive a humanidade, não é assim? Qual a sua visão desta humanidade em franco desequilíbrio? Tem muita gente surtando, o que esta acontecendo?
A. P. – Sim. Para lidar com o desequilíbrio, temos que encontrar um eixo em nós mesmos. Temos vários motivos. Estamos recebendo do cosmos, do universo, uma carga energética muito alta. O sistema solar esta mudando sua vibração. Se a vibração mudou, se ela acelerou, tudo acelerou. Se o planeta acelerou tudo o que esta no planeta acelerou. Então todos nós estamos com as células muito aceleradas. O nosso trabalho é preparar um ser humano capaz de acompanhar esta aceleração.
REPÓRTER – Como é possível lidar com isso. O que podemos fazer?
A. P. – Usamos técnicas especificas para isso, a respiração é a nossa chave. Depois é conseguir localizar as crenças que estão arraigadas em nós, fazendo com que nos mantenhamos atrelados a uma ordem social antiga e não possamos acompanhar esta aceleração. Retirando essas crenças das células corporais o fluxo da energia é mais fluido.
REPÓRTER – Esta é a chave para a cura?
A. P. – Nós acreditamos que sim.
INSTITUTO CULTURAL DINÂMICA ENERGÉTICA DO PSIQUISMO
PALESTRAS GRATUITAS EM 2012
Dia 13 – Ternise Torres
Dia 5 – Paulo
Dia 12 – Joselita
Dia 19 – Maura
Dia 26 – Angela e Cleusa
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