Considerando o último fóssil vivo existente no planeta, o Ginkgo faz parte do milenar arsenal terapêutico chinês, no qual se faz menção a esta planta há cerca de 2.800 anos a.C.. Primeira manifestação de vida após a explosão da bomba de Hiroshima, há menos de duas décadas, passou a ser estudada no Ocidente e reconhecida como um dos fitoterápicos mais prescritos no mundo para estimular a memória e a circulação sangüínea, prevenir doenças vasculares e envelhecimento precoce.
Parte Utilizada: as folhas
Princípio Ativo: Compostos flovônicos: rutósido, quercetol, kenferol, isorramentol. Derivados do quercetol, do epicatecol, biflavonas derivadas do apigenol: ginkgetol, isoginkgetol: leucoantocianósidos: lactonas terpénicas: ginkgólidos A, B, C, M, bilobálido. Fitosterois.
Ação Farmacológica: Neuroprotetor, vasodilatador periférico, protetor capilar (aumenta a resistência e diminui a permeabilidade), venotônico, antiagregante plaquetário, diurético.
Indicações: Varizes, hemorróidas, insuficiência circulatória cerebral crônica, cefaléia vascular, insuficiência vertebro-basilar, perda de memória, redução do rendimento intelectual, vertigem, mal da altura, fragilidade capilar, flebites, tromboflebites, hipertensão arterial, retinopatias, demência senil, demência vascular.
Prevenção da arteriosclerose e tromboembolismo.
Contra Indicação: Hipersensibilidade individual aos componentes da ginkgo.
Não é indicada fórmula de teor alcoólico para crianças e adultos: para uso oral, devem fazer seu uso na forma de chá.
Efeitos Secundários: Em pacientes com hipersensibilidade, podendo aparecer cefaléias e distúrbios digestivos até o ajuste da dose.
Precauções intoxicantes: Tomar cuidado com produtos que apresentem extrato alcoólico ou na forma de tintura.
Formas GALLÊNICAS: Posologia, infusão, cápsula de extrato seco e creme
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