ROMÃ – SÍMBOLO DE VIDA NOVA

Na virada do ano, quem nunca fez a tradicional simpatia de comer romã e guardar as sementes na carteira? Esse hábito, muito popular no Brasil, tem origem em lendas milenares em torno dessa fruta. A romã é uma das plantas cultivadas há mais tempo pelo ser humano – mais de 5.000 anos. Sua pátria é a Ásia, de onde se espalhou pela região do Mediterrâneo e Norte da África. Pertence à família botânica Lythraceae (a mesma da henna). O fruto tem cerca de 10 cm de diâmetro, e abriga inúmeras sementes cobertas por um manto suculento arredondado. Pouco exigente, se desenvolve bem nas regiões costeiras e planaltos áridos. Aclimatou-se muito bem no Brasil.

Por causa da abundância de sementes, os povos antigos consideravam a romã um símbolo de fertilidade. A mitologia grega conta que a polpa suculenta dos frutos arredondados é um presente da deusa Afrodite, porque eles representam a juventude eterna e as forças vitais. É utilizada na medicina popular no tratamento de inflamações.

O que os mitos antigos ilustram de modo intuitivo está sendo confirmado pela ciência. O óleo das sementes de romã é rico em substâncias antioxidantes como flavonóides, ácidos graxos poliinsaturados e vitamina E. Cerca de 60% deste óleo é formado por ácido punícico, um ácido graxo poliinsaturado que tem grande capacidade de neutralizar radicais livres e de conservar a hidratação própria da pele. Além do óleo, o suco e o extrato dos frutos de romã também possuem alto poder antioxidante e regenerador.

O envelhecimento precoce da pele é visível sob a forma de rugas e manchas, especialmente nas áreas mais expostas à luz (rosto, pescoço, mãos e braços). Os radicais livres se desenvolvem em todas as épocas da vida, mas a pele jovem possui mecanismos antioxidantes que neutralizam sua ação. Com o passar do tempo, diminui a taxa de multiplicação e regeneração celular, assim como a formação de proteínas da pele (colágeno e elastina). A pele se torna menos irrigada, e menos hidratada.

Pensando nisso, após anos de pesquisas unindo a tradição milenar e o conhecimento científico moderno, a Weleda criou a Linha Romã. A matéria prima destes cosméticos vem de uma parceria com pequenos produtores da Anatólia (Turquia). Com apoio da Weleda, eles converteram seus cultivos para o sistema biodinâmico, o que proporciona frutos de excelente qualidade além de garantir uma renda estável e justa. Para se ter uma ideia, a Weleda utiliza anualmente cerca de 1500 kg de óleo, que correspondem a 300 toneladas de romãs frescas. Os produtos desta linha têm um significativo efeito antioxidante e protegem a pele do envelhecimento precoce. Para mais informações, acesse nosso site: www.weleda.com.br

 

 

 

Este artigo foi escrito por Rodolfo Schleier é farmacêutico-bioquímico (USP) e especialista em fitoterapia, (FACIS-IBEHE). Desde 2005 atua no Departamento Médico-Científico do Laboratório Weleda em 10 de fevereiro de 2012 às 2:43, e está arquivado em Alimentação e Saúde e Medicina Alternativa. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site.

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